Prosperar exige semana de 60 horas de dedicação ao negócio.
O cotidiano pode consumir todo o tempo de um empresário organizado.
Planejar a busca de sócios ou a participação de terceiros no negócio ou vender a empresa é, freqüentemente, adiado e tratado como último recurso.
Proprietários acreditam que mais tarde haverá tempo suficiente para criar uma estratégia de saída. O problema é que, sem essa estratégia previamente definida, decisões impróprias poderão ser tomadas, reduzindo o valor do negócio.
O melhor conselho é assegurar um ponto de equilíbrio entre o “agora” e o “depois”. Definir “Qual o meu sonho para o negócio e como alcança-lo?”. Da mesma forma, pensar como nos beneficiaremos dos anos de trabalho e dos riscos.
As opções entre outras incluem:
- dividir o negócio com os membros da família;
- abrir ao público ou ir ao mercado;
- franquear ou licenciar o negócio;
- vender aos empregados ou a um grupo privado;
- ser incorporado por um outro grupo;
A tendência natural de negócios no Brasil é ter um horizonte e um cenário muito curtos, com questões do tipo: de quanto será a próxima folha de pagamento? - de quando será o próximo pagamento de imposto? - quando teremos o próximo cliente? - como fechar o próximo mês?
Para ser bem sucedido na decisão de saída, o empresário deve manter seu olho na disposição final da empresa.
Havendo uma meta de saída pré-estabelecida, o empresário será muito mais eficientes em assegurar a estrutura adequada de seu negócio, fazendo-se valer quando chegar a hora.